
No segundo dia de atividades auto-gestionadas do Fórum Social Mundial da Amazônia, a Viraminas promoveu o debate Memória Oral, a democratização da história, em que relatou a experiência dos projetos de registro da tradição oral nos munípios do Sul de Minas Gerais e discutiu formas de atuação com os participantes. Cerca de 80 pessoas - algumas sentadas no chão - tomaram a sala do Pavilhão Q da UFPA, onde aconteceu o seminário. Estavam presentes estudantes de história, ciências sociais e filosofia, além de mestrandos, mestres e doutorandos em antropologia e ciências afins.
A palestra teve três horas de duração. No início, os participantes se apresentaram e narraram algumas de suas lembranças de infância. A divertida estratégia, que arrancou risadas do público em alguns depoimentos, serviu para mostrar a facilidade que existe para se iniciar um projeto de memória oral.
Em seguida, relatamos a experiência do projeto Memórias Iluminadas, na cidade de Luminárias. Os participantes ouviram atentos à explicação e fizeram diversas perguntas. Os critérios de edição para transformar os depoimentos no texto do livro foi um dos questionamentos mais comum. O projeto Mutirão de Histórias de Vida, realizado na ex-Colônia Santa, foi apresentado em seguida e, logo após, foi a vez da Expedição do Patrimônio Vivo.
Já no fim, houve uma pergunta sobre o nome Viraminas e se estávamos dispostos a montar projetos em outros estados. Explicamos que o objetivo atual da Associação é formar agentes de memória em diversos cantos do País, para que as próprias comunidades possam registrar a história oral. Ao final, ficamos conhecendo a iniciativa do grupo italiano Histórias de um Mundo Possível, que trabalha com autobiografias e tem diversos parceiros espalhados pelo mundo.
A palestra teve três horas de duração. No início, os participantes se apresentaram e narraram algumas de suas lembranças de infância. A divertida estratégia, que arrancou risadas do público em alguns depoimentos, serviu para mostrar a facilidade que existe para se iniciar um projeto de memória oral.
Em seguida, relatamos a experiência do projeto Memórias Iluminadas, na cidade de Luminárias. Os participantes ouviram atentos à explicação e fizeram diversas perguntas. Os critérios de edição para transformar os depoimentos no texto do livro foi um dos questionamentos mais comum. O projeto Mutirão de Histórias de Vida, realizado na ex-Colônia Santa, foi apresentado em seguida e, logo após, foi a vez da Expedição do Patrimônio Vivo.
Já no fim, houve uma pergunta sobre o nome Viraminas e se estávamos dispostos a montar projetos em outros estados. Explicamos que o objetivo atual da Associação é formar agentes de memória em diversos cantos do País, para que as próprias comunidades possam registrar a história oral. Ao final, ficamos conhecendo a iniciativa do grupo italiano Histórias de um Mundo Possível, que trabalha com autobiografias e tem diversos parceiros espalhados pelo mundo.


